quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Wunderkind

Sapato Wunderkind






































Wunderkind Spring/Summer 2010







































Wunderkind A/W 09



Wolang Joop, fundador da Wunderkind, é um designer de moda alemão, nascido no ano de 1944. Wolang é filho do também designer de moda, Jette Joop.
Assim, estudou psicologia na universidade de Brauschehweing, sendo convidado, posteriormente, para dar aulas na escola de design de moda de Berlim: "Universitat der Kunste".
Joop começa a sua carreira como designer no ano de 1968, com a sua esposa, após terem ganho três prémios em concursos de design.
Contudo, até à data já teria trabalhado como ilustrador de moda e jornalista em vários países como Itália, Alemanha e França.
Em 1978, o New York Times descreveu-o como "the Prussian Designer".
Em 1981, abre a sua empresa, "Joop" e em 1982, lança a sua primeira colecção "ready-to-wear".
É apenas em 2003 que abre a Wunderkind, com um espirito jovem e vanguardista, à qual se dedica até agora.
A colecção de Outono Inverno para o ano de 2009, inspirou-se no Supremalismo do inicio do século XX, assim como na Arte abstracta Russa criada por Malevich.
Já a colecção da Primavera/Verão de 2010, de nome "Hurt and Heal" baseia-se em formas assimétricas, em tons alegres e florais, com um toque extremamente vanguardista, pode-se considerar, ao lado da colecção de Langerfeld, para a Chanel, a colecção mais "animada" da estação.



the young victoria













































"The young Victoria" é um filme sobre a vida e reinado da rainha Victoria quase todo o século XIX, em Inglaterra. A rainha Victoria é, até hoje, a rainha que mais tempo esteve à frente da coroa inglesa e também é considerada a primeira monarca que se casara por amor, com o seu primo Príncipe Albert. Victoria e Albert reinaram juntos durante 20 anos, até à morte do príncipe e impulsionaram a indústria e a melhoria de muitas condições no país. Após a morte do Príncipe, a Rainha Victoria manteve luto atá à sua morte, não aparecendo muito em público.
O filme, fala essêncialmente da tenra idade em que Victoria se depara com a dura tarefa de reinar o seu país, após a morte de seu tio.
Em termos de moda, Victoria foi a primeira mulher a usar véu no seu casamento, criando a partir daí uma tradição que se mantém até aos dias de hoje.


terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Marie Antoinette













































Pode não ser o melhor filme em termos de pontuação no imdb, como também pode ter muitas falhas para os peritos em cinema, contudo, visualmente e em termos de informação sobre a moda de finais de século XVIII, com todos os seus luxos e detalhes, está simplesmente lindo! E para quem ainda não viu como tinha sido ainda o meu caso, é um filme a nao perder!



















André Courrèges: go-go-boots





Monica Viti em "Danger Diabolik"



space age look


















A par da mini-saia, criada por Mary Quant, nos anos 60, surgem as go-go-boots, desenhadas por André Courréges.
Na verdade, as go-go-boots surgem essencialmente como uma necessidade de acompanhamento da moda, na medida em que, juntamente com a mini-saia, faziam alongar a perna.
As go-go-boots em vinil preto, fizeram particular sucesso, fazendo lembrar Monica Viti em "Danger Diabolik", como se se tratasse de uma space girl, extremamente sexy.
Antes dos anos 60, durante as primeiras décadas do século XX, as botas tinham pouca influência na moda. Apenas as botas de cano baixo eram usadas pelas adolescentes. Assim, os anos 60, trouxeram à ribalta o space-age look, em botas brancas, fazendo mesmo lembrar a primeira aterragem de Amstrong na lua, através do seu equipamento de astraunauta.
Além do mais, as go-go-boots, mostraram-se muito mais confortáveis do que as botas feitas até entao, dando mais liberdade de movimentos. Por este motivo, os primeiros "fãs" destas botas foram exactamente os dançarinos de shows televisivos e, posteriormente, os adolecentes que frequentavam discotecas.
Assim, ao longo do tempo, as go-go-boots, desenhadas por André Courrèges, revelaram-se o verdadeiro sucesso entre as mulheres de todas as idades, principalmente em França. A ideia de Courrèges consistia em produzir botas para ir a todo o sitio. Com isto, rapidamente os estilos da go-go-boot foram adaptados em todo o tipo de materiais e nas cores mais populares nos anos 60 e ainda mais tardiamente, foi-lhe colocado um zipper.
A grande diferença entre as botas usadas pelas mulheres mais velhas e as adolescentes, consistia essencialmente no aspecto em que as botas paras as senhoras, eram mais altas e sexys do que as usadas pelas jovens que optavam mais pela adaptação em vinil de cores extravagantes.
Assim, no final dos anos 60, todas as mulheres tinham, pelo menos, um par de go-go-boots, usando-as em todas as situações do seu dia- a-dia.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Andre Perugia

Andre Perugia








Gloria Swanson







Josephine Baker





André Perugia foi o primeiro dos designers de calçados das celebridades, ainda antes de Manolo Blahnik.
Filho de um sapateiro, Perugia nasceu em Nice, em 1893, revelando-se desde muito cedo um prodígio.
Abriu a sua primeira sapataria aos 16 anos alcançando sucesso em pouco tempo, através de novas formas de saltos ousados e artisticos.
Para Perugia, os sapatos sempre foram uma grande paixão, afirmando que "Nem a mais rica mulher do mundo poderia alguma vez me pagar para lhe fazer uns sapatos feios", afirmava ele. A verdade é que Perugia transformou a sua vida numa busca constante pela beleza do sapato confeccionando por encomenda sapatos e sandálias de pele de cobra em tons de pedras preciosas, camurça púrpura, pelicula dourada e pele de lagarto cor de pérola.
No entanto, é através da associação com Paul Poiret que Perugia alcançou o auge da sua carreira. No final da Primeira Guerra Mundial, Poiret contratou Perugia para desenhar sapatos para as suas coleções. Entre as suas clientes estavam estrelas das Folies Bergères e atrizes de cinema.
Assim, transformou o turbante, imagem de marca de Josephine Baker numa sandália de pelicula acolchoada e desenhou sapatos de salto alto de renda negra para a Gloria Swanson.
Uma das melhores afirmações de Perugia está no seu livro, "From Eve to Rita Hayworth" onde afirmava que a melhor maneira de revelar a personalidade de uma mulher era estudar os seus pés.






domingo, 7 de fevereiro de 2010

Lolita




Lolita =) um filme que toda a gente deve ver! a versão original é de 1962, realizado por Stanley Kubrick, no entanto, a versão aqui apresentada, é de 1997 e, gostos à parte, vale a pena!

A história de Lolita, como é de conhecimento geral, baseia-se numa relação de um homem mais velho que se apaixona por uma adolescente, fora do comum, atrevida e assim sendo, que o seduz. A personagem de Lolita já foi, por várias vezes, e ainda o é, motivo de inspiração para muitas colecções, sendo mesmo considerado um tipo de estilo. É comum ouvir o termo "és muito Lolita", querendo identificar uma rapariga alegre, divertida que se veste de uma maneira peculiar, com saias rodadas e bordadas e com estampados florais. Com isto, e sendo tendência na actualidade, para os amantes de moda, é um filme a ser visto, ou revisto.

Vionnet

Rodolfo Paglialunga



Madeleine Vionnet








Vionnet é uma designer francesa, nascida ainda no século XIX, falecendo já no século XX, no ano de 1975. Vionnet ficou conhecida pela criação do corte em Viés e pelos prototipos em bonecas de pequena estatura, antes de fazer os modelos originais, vestindo personalidades como Marlene Dietrich, Katherine Hepburn ou Greta Garbo. Em 1924, Lacroix é nomeado director criativo da marca, de onde surge o ainda actual logotipo.
Passados longos anos de constantes sucessos e já após a morte da estilista, a empresa é comprada pela família Lummen, no ano de 1996. A família dirige a marca para o mundo dos acessórios, deixando o vestuário de lado.
Assim, só em 2006, quando Sophia Kokosolaki é nomeada directora criativa da casa, Vionnet volta novamente ao universo do pronto-a-vestir.
No ano seguinte, em 2007, Marc Audibet substitui Sophia.
Actualmente, Rodolfo Paglialunga, que anteriormente já trabalhou para a Prada, desenha agora para Vionnet.
A colecção então desenhada para a estação fria de 10/11 apresenta-se simples mas delicada, tal como o estilo da marca parisiense o exige. Com isto, detalhando-se em pormenores que fazem lembrar a década de 20, Paglialunga poderá ainda ter muito mais para mostrar em Vionnet. Pessoalmente gosto muito do contraste de cores e das silhuetas criadas, conferindo aos outfits uma linha que não fugindo totalmente ao clássico, tornam-se interessantes e alegres.